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Cine 12h30 no Sesc Alagoas aberto ao público
28 de junho de 2018
Promovendo a difusão de produções audiovisuais que não estão inseridas no circuito comercial de exibição, o Cine Sesc 12h30 apresenta uma vasta programação de filmes que retratam emoções, superações, história, religião, música.

Os filmes serão exibidos sempre às 12h30, com entrada gratuita e classificação, no período de 04 a 25 de julho, no Teatro Jofre Soares, Sesc Centro.
Programação:

Cine 12:30
Local: Teatro Jofre Soares
Dias e horários: 04, 11, 18 e 25/07 às 12:30
Entrada Gratuita

04/07 – Filmes: INCORRVPTVS, Cidade Líquida e Wonderfull – meu eu em mim (44 min)
Não recomendado para menores de 16 anos

INCORRVPTVS, de Andrey Melo
Sinopse: No início do século XX um misterioso caso de duplo homicídio chocou os maceioenses, tanto pela barbárie, quanto pelo mistério. Baseado em fatos reais, INCORRVPTVS conta a tragédia de Amélia e sua avó, torturadas e violentadas até a morte.

Cidade Liquida, de Laís Araújo
Sinopse: Maceió, Alagoas: avançando sobre o mar da cidade, o Alagoas Iate Clube foi por décadas utilizado para festas e lazer da elite alagoana. O Papódromo, em contraponto, foi erguido para uma breve visita do Papa João Paulo II nas margens da lagoa Mundaú, região historicamente abandonada pelo poder público. Cidade Líquida é um documentário que trata da segregação socioespacial de Maceió através de memórias afetivas destes dois locais, hoje abandonados.

Wonderfull – meu eu em mim, de Dário Jr.
Sinopse: Nem sempre os começos são felizes, mas isso não importa para Natasha Wonderfull, pois ela sabe o que a define são suas escolhas e que deseja ser.

11/07 - Filmes: Filmes: Tororó, Nelson dos Santos, Salão dos Artistas e Segunda Feira (61 min)
Livre
Tororó, de Celso Brandão
Rodado em 2008, o documentário acompanha alguns dias na vida de Tororó do Rojão, músico popular maceioense que faleceu no dia 07 de julho de 2011, deixando como legado sua ousadia, criatividade e as composições bem humoradas.

Nelson dos Santos, de Albert Ferreira e Paulo Silver
A madeira, as ferramentas, a oficina;
Os netos, os filhos a esposa.
Do corte de cana à Rabeca: Nelson dos Santos.

Salão dos Artistas, de José Faustino Neto
Ponto de encontro de artistas, na barbearia de seu Cecílio se faz muito mais que cabelo e/ou barba. O documentário “Salão dos Artistas” trata da vida de Cecílio Francisco da Silva, mais conhecido como “seu Cecílio”, de 75 anos. O pernambucano de Taquaritinga do Norte veio para Arapiraca com pouca idade e se tornou mestre na afinação de sanfonas.

Segunda Feira, de Olga Francisco, Iasmyn Sales, João Marcos Alves, Camila Alves e Leandro Alves
Entre os anos de 1960 e 2000, às segundas, a feira de Arapiraca recebia milhares de feirantes, clientes e artistas de toda a região do agreste e sertão. Hoje, o que existe é uma segunda feira que não é mais como era antes.

18/07 – Filmes: O Juremeiro de Xangô e Exu – Além do bem e do mal (49 min)
Livre
O Juremeiro de Xangô, de Arilene de Castro
A partir da história do Babalorixá e Mestre da Jurema, Pai Alex de Xangô, o documentário apresenta traços do imaginário afro-ameríndio alagoano. Serão revelados parte dos desafios enfrentados e de seu modo encantado de entender e viver o mundo.

Exu – Além do bem e do mal, de Werner Salles Bagetti
Legba, Bará, Eleguá, Tranca-rua, diabo, capeta… Exu é um dos orixás mais controversos da cultura afro. Interpretado muitas vezes como o diabo pelo catolicismo é constantemente associado ao mal em diversas leituras, até mesmo por alguns autores umbandistas do passado. Porém, o significado do mito Exu, tanto para a Umbanda, quanto para o Candomblé, vai muito além de tudo isso.

25/07 – Filme: Trem Baiano e Dialetos (43 min)
Livre
Trem Baiano, de Robson Cavalcante e Claudemir Silva
No ano de 1989, os moradores de Carcará, um pacato povoado localizado no sertão alagoano, veem-se agraciados pela assistência prestada por um condutor e seu curioso veículo: o Trem Baiano. Filmado em 2016, o documentário nos leva a um passeio pelo peculiar universo carcaraense, um mundo que, de tão estranho, parece-nos familiar. Uma metáfora para a esperança, a crença no desconhecido, Trem Baiano reflete sobre a obscura condição humana.

Dialetos, de Weber Salles Bagetti
Sinopse: Dialetos é uma voz interior. Uma animação experimental de 15 minutos. Uma narrativa lírica que se impõe através de um fluxo de signos e imagens que representam o estado de uma alma inquieta. Memória, pensamento, matéria e espírito, começos e fins, eternos recomeços.
Um exercício poético quadro a quadro, onde se misturam cenas cotidianas, citações, polifonia, sonhos e vazios de indivíduos em relação ao meio. Dialetos, vozes, comunicabilidade e incomunicabilidade. Uma dicção particular em observação de si e do outro em busca de uma expressão possível. Uma lupa subjetiva que revela o micro e o macro, o mundo as coisas, em permanente estado de devir.


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